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14 fatos sobre intestino preso que você precisa saber


Mais de três dias sem ir ao banheiro, inchaço, gases, desconforto e irritação. Esses sintomas de intestino preso são bem conhecidos por quem sofre com o problema que afeta duas a cada três mulheres*. Dentre as principais causas da prisão de ventre, estão a má alimentação e o sedentarismo, mas questões culturais também entram na lista.

Muitas pessoas não se sentem confortáveis para ir ao banheiro fora de casa e acabam segurando ao máximo a vontade de evacuar, o que é um erro. Além disso, a correria do dia a dia leva a escolhas equivocadas na hora das refeições, fazendo com que legumes e frutas sejam deixados de lado e deem lugar a alimentos rápidos e pobres em nutrientes, como embutidos e industrializados.

Intestino preso engorda? 

O intestino preso é um sinal de que seu corpo não está funcionando como deveria e, apesar de deixar a barriga inchada e provocar uma sensação de mal estar, não engorda. A porção inicial do órgão é responsável pela digestão de nutrientes, enquanto a parte do meio para o fim (onde as fezes ficam “paradas”) apenas absorve água.

Intestino preso: o que fazer e o que comer


Fibras, fibras, fibras. Elas são fundamentais para a formação e eliminação do bolo fecal, contudo, poucas pessoas ingerem a quantidade ideal. ''O consumo de fibras recomendado para um adulto é 25 gramas por dia, mas poucas pessoas alcançam esse número. Se consumirem 15 g é muito'', explica a nutricionista funcional Cátia Medeiros.





O aumento do consumo de fibras deve vir acompanhado pela água. Sozinhas, elas formam uma espécie de ''cimento'', deixando as fezes ressecadas e endurecidas. Tomar pelo menos dois litros de água por dia garante a hidratação das fezes e facilita sua eliminação.




Praticar atividades físicas é essencial para o funcionamento do intestino. Os exercícios estimulam os movimentos peristálticos, os responsáveis por expulsar as fezes do corpo.




E a maça, ela prende ou solta o intestino? ''maça sem casca pode prender o intestino, mas com casca ajuda a soltar. A casca tem pectina, um tipo de fibra que ao entrar em contato com a água vira uma espécie de gel, facilitando a eliminação das fezes'', explica a nutricionista.





A flora intestinal é composta por bactérias boas que atuam em favor da saúde do intestino. Alimentos probióticos como iogurte e leite fermentado, contêm algumas das bactérias (lactobacilos ou bifidobactérias) que colonizam o intestino e consumi-los ajuda a manter o equilíbrio.




Para exercer suas funções, esses micro-organismos precisam se alimentar. Prebióticos são tipos de fibras não digeríveis que servem de alimento para as bactérias e podem ser encontrados na cebola, aveia, biomassa de banana verde e batata yacon.




Intolerância alimentar pode causar prisão de ventre? De acordo com a nutricionista, dificilmente. ''Pessoas intolerantes a lactose ou glúten podem alternar períodos de diarreia e prisão de ventre, mas não ficam com o intestino totalmente preso'', afirma.





Frutas como caju, goiaba, banana maça e banana prata podem prender o intestino e devem ser consumidas com moderação por quem sofre do problema. Em compensação, laranja (com bagaço), mamão e ameixa seca são armas poderosas para tratar o problema.




Situações estressantes podem alterar a secreção dos hormônios que comandam os movimentos peristálticos, retardando o movimento intestinal. Acredite: o intestino tem cerca de 100 milhões de neurônios conectados diariamente ao cérebro.




Carne vermelha, laticínios e alimentos ricos em açucares e gorduras tornam a digestão mais lenta e são difíceis de ser eliminados. Consuma com moderação.





O uso contínuo de laxantes pode causar dependência e comprometer a flora intestinal. Se não for possível resolver a prisão de ventre com um ajuste na alimentação e no estilo de vida procure um gastroenterologista. Esse profissional vai solucionar uma série de exames para avaliar a saúde do seu intestino.





Sempre que sentir vontade, vá ao banheiro. Segurar as fezes faz com que elas fiquem mais ressecadas e difíceis de eliminar. Além disso, o cérebro começa a entender que essa função não é importante (já que está sempre sendo adiada) e passa a demorar cada vez mais para mandar o sinal.






Algumas pessoas têm problemas fisiológicos no intestino, que pode ser mais longo do que o normal, dificultando o trajeto das fezes até o ânus. ''Quanto mais extenso, mais tempo o bolo fecal passeia pelo tubo e mais umidade é retirada. As fezes ficam endurecidas e sem movimento'', explica a nutricionista. Para identificar o problema, é preciso realizar exames como a colonoscopia.






Se nenhuma alteração física for contatada, a causa provavelmente é funcional e está na motilidade do intestino, ou seja, nas contrações que expulsam as fezes. Nesse caso, o gastroenterologista indica medicamentos que melhoram a movimentação e a quantidade das fezes sem agredir a flora bacteriana.
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